
Depois que nos tornamos mães descobrimos um universo totalmente diferente de tudo que imaginávamos em todos os sentidos. Descobri “sonhos” que nunca teria transformado em realidade se não tivesse me tornado mãe. Foi bem isso que aconteceu na minha vida, quando iniciei os preparativos para o aniversário de 1 ano do meu amado filho Cauê. Sonho esse que virou realidade com a criação do “Cute Atelier” (no final falarei um pouquinho).
Abaixo, pretendo ser mais detalhista possível sobre a festinha, isso porque as fotos foram tiradas por amadores (eu e meu marido) e talvez não retrate todos os detalhes da festa.
Escolha do tema: três meses antes do aniversário comecei a pesquisar o tema da festa. Inúmeras possibilidades, mas eu e meu marido gostaríamos de algo diferente, pois sabemos que um dia o Cauê irá pedir o tema da galinha ou super-heróis.
Depois de algumas pesquisas na internet e como faríamos a festa no interior de São de Paulo (apesar de morar em São Paulo city minha família é do interior) decidimos fazer uma festinha com o tema de “Cowboy”.
Decoração: Queria algo bonito e simples. Não queria gastar muito, pois às vezes penso que festinha de 1 ano é muito mais para comemorarmos nosso primeiro ano de mãe do que o aniversário propriamente dito (claro…o financeiro também contribuiu). Depois de várias pesquisas imaginei exatamente como gostaria da decoração da festa. Inspirei-me em um post do aniversário da Mel aqui do site Vida Materna, onde a Michele deu várias dicas de como fazer eu mesma (além das dicas de quantidades e decoração, aproveitei e fiz as topiárias e as latinhas de enfeite de mesa – detalhes abaixo).
Local: Como minha família tem um terreno em um condomínio fechado no interior de São Paulo, optamos por fazer a festa lá.
Enfeite de mesa: Como o tema era Cowboy e aluguei todas as mesinhas em branco, coloquei toalhas de mesa xadrez em azul e marrom (comprei tecido na 25 de março (vantagem de morar em São Paulo), cortei e minha sogrinha fez as barrinhas). Nas mesas com toalhas em azul, coloquei como enfeite latinhas com fita marrom e nas com toalhas marrom latinhas com fita azul. Dentro da latinha coloquei palha e espetei 4 alfajores com iniciais “C” e uma tag dizendo “obrigado pela presença” (os alfajores eram as lembrancinhas de agradecimento).

Mesa principal: Com a escolha do tema, tentei elaborar a mesa da forma mais característica possível. Coloquei o bolo de chocolate em cima de um caixote de madeira (corrigindo “de feira”, pois meu sogro pegou na feira e poliu), nele colocamos um adesivo. Fiz umas garrafinhas de água personalizadas e as tampinhas foram encapadas com sobras de tecidos das mesas e amarradas com rafia. Comprei um pacote de pirulito e encapei da mesma forma. Os cupcakes deixei nas próprias forminhas em que foram assados, apenas coloquei “toppers” para dar o “mimo”. Os suportes para os cupcakes e pirulitos foram feitos com isopor e encapados com tecido (xadrez) e o dos pirulitos com papel de seda branco; acredito que aqui o detalhe foi a fita vermelha com os adesivos que deram um destaque. Comprei forminhas das cores da festa para os docinhos – brigadeiro e beijinho – optei apenas por docinhos tradicionais de festas infantis.
Ao lado do bolo deixei uma cestinha com garfinhos embrulhados em guardanapos brancos e amarrados com o mesmo tecido das toalhas de mesa. Também coloquei uma topiaria em cada lado da mesa. A toalha era de juta.






Mesa de Lembrancinhas: Como o tema era cowboy, optei por fazer saquinhos em craft e dentro coloquei moedinhas de chocolate (aquelas da Pan). No saquinho colei o símbolo do “$” e amarrei uma tag escrito “Recompensa”. Ao lado deixei as clássicas bolinhas de sabão personalizadas e um balde de alumínio lotado de doces. Em cima, havia uma placa de identificação escrita “RECOMPENSA” .

Mesa de salgados: Como o aniversário foi às 16h, optei por servir somente salgadinhos com água, refrigerante e cerveja (para os mais velhos). A mesa de salgados foi self-service. Coloquei uma toalha de juta, deixei 6 bandejas coloridas (uma para cada tipo de salgado) junto com um pegador. Os pratinhos eram para serem marmitinhas de alumínio, mas como as esqueci em SP juntamente com as tags de identificações dos salgados, acabei colocando pratinhos de plásticos brancos e guardanapos xadrez.
Também coloquei duas topiarias uma em cada lado da mesa.

Kids: como tinha espaço aberto contratei uma piscina de bolinha e uma cama elástica. Também distribuímos chapéus de cowboys para as crianças, havia uma placa identificando “Entre no clima e retire seu chapéu”.

Detalhes extras: pedi aos garçons para usarem calça jeans e camisa branca, aí comprei lenços vermelhos para usarem no pescoço e estrelas tipo xerife para colocarem na camisa. Ficou bem legal.
Também, colocamos placas de identificação nos banheiros (escrito “Cowboy” e Cowgirl”) e fiz um espaço dentro do banheiro feminino com trocador, lencinhos e fraldas para as mamães trocarem seus bebês.
Resultado: Na hora do parabéns quando o Cauê sorriu e começou a bater palmas junto com todos nossos familiares e amigos, meu único pensamento foi: “NÃO TEM PREÇO”. Valeu cada esforço.

Após toda essa preparação e dedicação, eu e meu marido colocamos no papel e criamos nossa nova “paixão”, o Cute Atelier, onde elaboramos artes personalizadas para festas (convites, tags, bandeirolas, etc). Caso tenham interesse, acessem nosso site.
Espero que tenham gostado.
Paula é mãe do Cauê e está esperando a Elis. Atualmente, trabalha em uma empresa privada meio período e o resto do tempo dedica-se exclusivamente a casa, filhos e ao atelier.
Em geral, essa transição ocorre quando a criança tem entre 2 e 3 anos, mas não há uma regra quanto à isso. Eu diria que os principais motivos para fazer essa troca são:
1. A criança começa a escalar o berço e isso aumenta muito a possibilidade de quedas e acidentes.
Os berços normalmente têm três estágios (ou mais) de regulagem do estrado. Quando ele já se encontra no último e você percebe que ainda assim as “fugas” viram algo fácil de acontecer, talvez seja o momento de mudar. Ou ainda, seu filho pode estar grande para o tamanho do berço e isso pode gerar desconforto também.
2. A criança já demonstra uma certa maturidade para poder lidar com a autonomia de ter sua própria caminha.
Dormir na própria cama, significa ter a liberdade de sair dela quando quiser, perambular pela casa em plena madrugada ou ir até a cama dos pais, por exemplo. Por esse motivo, algumas medidas de segurança se fazem necessárias, como restringir o acesso aos outros cômodos da casa enquanto todos dormem. Para aqueles que moram em casas ou sobrados que possuem escadas, a atenção deve ser redobrada. Nossa solução será colocar aqueles portõezinhos em cada lance de escada, até pelo bebê que está chegando também. Porém, ainda não sei como e se isso vai funcionar (só quando a casa ficar pronta).
3. É bacana para ajudar nessa transição bebê > criança, que ocorre normalmente aos dois anos.
Eu acredito que fazer essa troca por volta dos dois anos de idade reforça o sentimento de “estou crescendo” da criança. Ela deixa de ser bebê e tem a cada dia um mundo maior e novo para explorar. Inclusive um novo ninho.
É importante, porém, que essa mudança não aconteça ao mesmo tempo que qualquer outra, como por exemplo, a chegada de um irmão ou irmã, a retirada das fraldas ou da chupeta. Uma coisa de cada vez.
Como foi todo o processo de troca por aqui
Começamos a falar sobre “ter uma caminha ao invés do berço” aos poucos e, quando fomos finalmente comprá-la, a Melanie nos acompanhou.
Nós optamos pela mini cama, que no final das contas não é a opção mais econômica e racional. Ela tem praticamente o mesmo tamanho do berço, mas foi a que mais gostamos e estava com um preço legal numa feira de bebês e gestantes aqui em Curitiba (a mini cama é da Tulipa Baby, já adiantando caso alguém queira saber).
Já havia visto essa mini cama em sites gringos e fiquei apaixonada pelo design. Ela é baixinha e possui proteção em ambas as laterais, pés e cabeceira. Suporta até 120kg e tem 138cm de largura x 62,5cm de altura x 77cm de profundidade, ou seja, praticamente as medidas de um berço americano.
Para escolher uma boa caminha, é bacana prestar atenção no seguinte:
- dê preferência àquelas que possuem bordas arredondadas e sem peças pontiagudas ou que possam facilmente se soltar.
- veja a altura da cama: a criança deve ser capaz de subir e descer sem ajuda, e, ainda, se possível, encostar seus pés no chão quando sentada na caminha.
- escolha um móvel com grades laterais que vão da cabeceira até mais da metade da medida do corpo da criança, para evitar as quedas durante o sono.
- além destes fatores, veja se o material, como a tinta, por exemplo, é atóxica.
Existem também as camas junior, um pouco maiores que as mini camas e, claro, as camas de solteiro. O indicado é que se mude primeiro para uma mini cama ou cama junior, antes de finalmente chegar à cama de solteiro. Assim, a criança não estranha tanto a mudança de espaço.
Caso não tivéssemos gostado tanto da mini cama (e comprado com um preço bacana em uma feira), eu optaria pela cama junior, que pode ser usada por mais tempo.
Você tem ainda a opção de colocar somente um colchão no chão, prática cada vez mais difundida no meio materno, especialmente dos adeptos e simpatizantes do Método Montessori. Eu gosto muito dessa pedagogia e penso em explorar isso no novo quarto da Mel.
A mini cama foi comprada em setembro de 2012, mas só fomos montá-la esse ano, no dia 6 de janeiro, para ser mais exata (a Mel tinha 2 anos e 5 meses, na época). Decidi assim, de repente, que deveríamos montar a caminha nova, mesmo que o quarto dela – e a casa nova – ainda não estivessem prontos. Perguntamos se ela queria trocar e ela disse que sim.

participando da montagem
Ela participou de tudo, desde desmontar o berço até montar a cama nova, com direito a “apertar parafuso” e tudo. Em nenhum momento chorou ou demonstrou apego pelo bercinho, pelo contrário, ficou super empolgada com o novo ninho, que ficou exatamente no mesmo lugar (como vocês sabem, ainda dividimos o quarto com ela).
Quando terminamos ela pegou suas coisinhas, deitou e soltou aquele clássico “ahhh”, de gente satisfeita, depois do trabalho.

As primeiras noites foram tranquilas, com apenas uma batida de pés nas laterais. Para me precaver, coloquei travesseiros pequenos dos dois lados da cabeceira e isso evitou que ela batesse a cabeça. Acredito que esse seja, junto com o “cair no chão”, o maior dos medos maternos no que diz respeito a trocar o berço pela cama.
Como nem tudo são flores, há algum tempo ela já vinha acordando lá pelas 5 e pedindo para ir para a nossa cama. A saída do berço só fez com que isso aumentasse de frequência. Hoje em dia, no meio da madrugada, ela levanta, pega travesseiro, cobertor e me chama, pra dizer que quer ir pra nossa cama. E isso acabou virando rotina por aqui, nós acostumamos, ela acostumou. Mas isso, claro, é assunto para outro post… a tal da cama compartilhada. Ai ai.
No que diz respeito a transição berço > cama, acredito que incluí-la em todo o processo, desde a escolha e compra da caminha até mesmo na desmontagem do berço, foi essencial para que ela entendesse o que estava acontecendo e recebesse bem essa mudança. Nada de desmontar e sumir com o berço sem que a criança saiba e colocar uma cama no lugar. Tem que rolar confiança e respeito, afinal, é uma mudança significativa na rotina e nos hábitos deles. E merece toda a atenção e cuidado.
Existem casos onde a criança simplesmente não aceita a mudança, por não estar preparada. Alguns pais preferem até mesmo deixar o berço montado ao mesmo tempo que a cama, para fazer essa transição a partir da vontade da própria criança. Acho válido também, embora tenha minhas dúvidas se isso não acaba por confundir a cabecinha deles. Alguns especialistas dizem que não há nada de errado em voltar a dormir no berço, até que a criança esteja pronta realmente, para tamanha autonomia. Outros dizem que pode atrapalhar no processo. No final das contas, é mais uma coisa de feeling materno mesmo. A gente sente se eles estão prontos ou não, assim como no desfralde.
E vocês, como fizeram ou como estão planejando essa mudança do berço para a cama?
A Bossinha é uma empresa de artigos para festas que atende mães e crianças, comandada pelas amigas Gabriela e Luciana. Após alguns anos à frente da Bossa Nova – realizando festas e eventos para gente grande – elas se tornaram mães, nascendo assim a vontade de fazer festinhas infantis também. Afinal, não há nada mais gratificante do que ver a carinha de alegria dos pequenos depois de uma feita especialmente para eles.

Na Bossinha você pode montar sua festa sozinha ou pedir uma ajudinha, já que a empresa vai até o cliente também.
São copos, pratos, guardanapos, forminhas para doces, wrappers para cupcakes, bandeirolas e muito mais. Algumas estampas trazem releituras de temas infantis, tudo muito lúdico e divertido, como festa de criança deve ser.
Para as mães que não curtem muito festas com temas prontos e personagens, a Bossinha é uma ótima pedida. São diversos produtos e kits a serem escolhidos, passando pelos padrões que amamos como xadrez, listras, formas geométricas e poás até os clássicos como circo, dinossauros, bichos, princesas, transportes, heróis, fundo do mar, jardim e outros.
Assim que conheci a empresa me encantei muito, especialmente porque amo festas com aquela carinha de “fui eu que fiz”. Além disso, bate aquela nostalgia gostosa ao lembrar das minhas festinhas de aniversário em casa.





Conheça mais!
Site: www.bossinhafestas.com.br
Loja: www.bossinha.com.br
Facebook: BossinhaFestas
Instagram: instagram.com/bossinha

No ano passado, junto com as minhas encomendas de pomadas e shampoos, pedi para minha cunhada esse organizador de brinquedos para carro, da Munchkin. Como aqui o preço é bem mais alto, aproveitei a oportunidade para comprar fora.

O organizador é feito de material bem resistente e de fácil manutenção, ou seja, fácil de lavar e secar. O modelo, com alças ajustáveis, foi pensado para se adaptar aos mais diversos modelos de bancos de carros.
São sete bolsos no total, pequenos e grandes, e tem espaço para tudo: potinhos com lanche e biscoitos, copos, mamadeiras, brinquedos, chupetas, enfim, o que você precisar.

A princípio gostei muito do fator organização. Deixava ali livrinhos, biscoitinhos, suco, água e até uma chupeta reserva, para as horas de sufoco. Bem bacana.
Porém, assim que a Melanie subiu na cadeirinha dela, vi que, para que pudéssemos ter acesso e colocar coisas nos bolsos do meio para baixo, o banco do passageiro teria que ficar bem pra frente. E com ele nessa posição, seria impossível alguém sentar ali. (pela foto acima dá pra ver bem como fica apertado, e isso considerando que nosso carro não é um carro pequeno).
Com o banco numa posição decente (sentável), os bolsos do meio para baixo ficam meio “esmagados” pelos pés da Melanie. Isso me faz pensar que: 1) ela está grande para usarmos esse organizador. 2) nossa cadeirinha é muito alta. 3) ambas as alternativas. E por isso retiramos o organizador do carro.

Com nosso menininho a caminho, devo voltar a usá-lo, dessa vez, em frente ao bebê conforto dele. Assim posso colocar as coisinhas de ambos, mas perco a utilidade do organizador estar ao alcance da Mel, que já é grandinha e poderia ganhar autonomia ao pegar suas próprias coisas. Vamos ver como e se vai funcionar.
Alguém mais tem esse ou outro organizador e teve o mesmo problema > organizador x pés da criança?
Preço médio: R$70,00 (paguei 8 dólares, no ano passado, comprando fora)
Conclusão: O produto é muito bom e realmente ajuda a manter o carro mais organizado. Por aqui (pelo tamanho da Mel ou pela altura da nossa cadeirinha) não funcionou muito bem em relação aos bolsos do meio para baixo. Os pés da Mel acabam ficando exatamente ali. A solução seria colocar o banco do passageiro bem para frente, mas além de atrapalhar a visão de quem está dirigindo, ninguém conseguiria sentar num espaço tão pequeno. Por isso retiramos o organizador. Espero testar novamente com o bebê :-)

Sempre tive neura com babador. Na verdade é um dos itens para bebê que menos gosto… a maioria dos modelos faz qualquer roupa mega linda ficar estranha, mas devo concordar que sua utilidade é imensa e ficar sem eles está fora de cogitação.
Acontece que quando ainda estava grávida comprei 3 no enxoval, mas só fui usá-los quando Samuel completou 6 meses e passei a introduzir as papinhas.
Um de plástico transparente com uns desenhinhos que eu acreditava ser super fácil de limpar (já que era plástico!), só que não, ele possuía em toda sua borda um viés azul para acabamento e esta parte acabava molhando e na hora de lavar nem sempre secava a tempo de usar de novo.
O segundo modelo era quase igual, de um material impermeável, mas que também possuía tecido em sua borda e o terceiro era atoalhado cheio de detalhes, nem preciso dizer que ficou guardado né?
Então que com a sujeirada de cada papinha, 3 babadores apenas não estavam dando conta (ou eu que não tinha paciência de lavar a toda hora), fui atrás de babadores mais fáceis de lavar. Cheguei a pensar nos descartáveis, mas desisti, pois ao longo do tempo ficaria caro, fora que não é uma solução ecologicamente correta.
Como sempre corri para o Google e pesquisei horas a fio, até que cheguei no babador de silicone Tommee Tippee, mas né, não vendia no Brasil. Aí como o caso era urgente apelei para uma solução que surgiu, que foi o de silicone da Love… de fato super prático e fácil de manter limpo, mas não era assim um show de maciez.
Logo em seguida pedi para uma amiga trazer os da Tommee Tippee e aí sim, me vi satisfeita… não importava quantas papinhas fossem servidas… era passar um pano úmido ou mesmo lavar na pia e secar com papel toalha e pronto! Comprei 2 e ficava com um na cozinha e um na bolsa.

Mas ai… eis que um dia procurando uma outra coisa qualquer, me deparo com o que até então era lançamento (hoje é bem fácil de encontrar nos sites), que é o babador Babamonster de silicone da Tinok. Esse sim ganhou muito meu coração. Ele é muito molinho, gostoso mesmo, possui o já tradicional bolsinho cata migalhas, enrola e fica muito pequeno, eu literalmente dobro ele como origami. Não é tão grandão como o da Tommee Tippee, é mais anatômico no peito da criança e tem um detalhe que eu amo, que é essa desconstrução de que o universo baby precisa ser sempre muito fofinho. Talvez por ser mãe de menino, curta mais peças mais descoladas sem tantos frufrus, e esses são assim, são uns monstrinhos lindos que não colocam medo em ninguém.


A paixonite foi tanta que comprei 3 modelos diferentes, embora um resolva totalmente seu problema já que a limpeza e secagem chega a ser uma piada de tão simples …mas gostei tanto que acabei comprando os seguintes modelos: o tigre (laranja), o macaco (vermelho) e o tubarão (azul).
O preço varia bem, no primeiro paguei 38,00 o que não chega a ser uma pechincha, mas definitivamente vale o investimento. Nos outros 2 peguei uma promoção num site conhecido e paguei 17,00 cada um.
Só não vale deixar ele sujo muito tempo…ai dependendo da comida pode manchar e não sair mais.
Preço médio: R$30,00
Conclusão: Super descolados, molinhos, fáceis de limpar e com o preço que vale cada centavo. Sempre que almoçamos fora vem alguém perguntar onde comprei. Recomendo.