Baby Cookies
imagens: chiccheapnursery.com, sweetopia.net e pinterest.com
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Esse foi um livro que Olívia ganhou de um casal de amigos nossos quando fomos visitá-los. Não preciso dizer que amamos né? O livro é lindo!
Grande, super colorido, com olhinhos que se mexem para chamar a atenção! Possui ainda várias texturas para a criança sentir e na última página, toca uma música!
O livro é integrante da Coleção “Carinhas Engraçadas” da Editora Caramelo e por aqui é o maior sucesso! Fazem parte da coleção os livros: “O robô Robério”, “O cão Sansão”, “A vaca Mimosa”, “O dragão Drag” e “O macaco Tico”.
Preço médio: 40 reais. Mas olha, corre lá que tem livro da coleção em promoção no Extra por 27,81!
Conclusão: Adoramos! Olívia adora passar a mão nas diferentes texturas! Recomendo!
A função das conchas de preparação é projetar os mamilos para frente, para facilitar a amamentação e a “pega” do bebê. São indicadas em casos de mamilos pouco pronunciados, planos, curtos ou invertidos.
Quando eu estava grávida de seis meses, por indicação do meu obstetra, comecei a usá-las por 2 horas todos os dias.
No começo ela incomoda um pouco e deixa os mamilos bem sensíveis. Mas bastam alguns dias de uso para que você se acostume.
Da Promillus, existem dois modelos: a de base rígida e a com base de silicone. Eu optei pela concha de base rígida porque elas fazem uma pressão maior nos mamilos.
Ela tem duas partes que se encaixam e um furo na parte de trás, que é aonde você deve encaixar o mamilo. E a concha é usada por baixo do sutiã, claro.
No início é engraçado porque você se sente a Madonna com aquele sutiã de cone, sabe? Eu pelo menos tive esse pensamento e por isso, não me atrevi a sair em público com elas =)
Durante a gestação: Usei do sexto ao oitavo mês de gestação e ela ajudou muito a projetar os mamilos para frente. Parei no oitavo mês porque a pressão da concha estava apressando o colostro a sair e isso não era necessário naquele momento.
Depois do nascimento: Lá na maternidade, quando fui para o quarto, percebi que por causa do inchaço generalizado do final de gravidez (e do parto!), os mamilos estavam menos aparentes. Na hora saquei as conchas da bolsa e comecei a usá-las novamente.
A Melanie veio para o quarto mais ou menos uma hora e meia depois e acredito que só consegui amamentá-la naquele momento, porque horas antes tinha colocado as conchas. Caso contrário, ela não conseguiria pegar o mamilo. Então, me ajudou muito!
Após a apojadura (descida do leite que ocorre normalmente em três dias após o nascimento do bebê), continuei usando e preferi as conchas aos absorventes para seios. Principalmente em casa.
Quando eu percebia que leite demais estava saindo por causa da pressão das conchas, além de amamentar a Mel, é claro, eu usava então os absorventes.
Ainda sobre as conchas da Promillus, existem também outros modelos, como: Anti Empedramento, Mini Concha, Iniciação da Amamentação, etc, todas com bases rígidas ou de silicone. E também com furos maiores ou menores.
Algumas marcas que também tem conchas para preparação dos mamilos são a Amamente, Nuk, Chicco, Save Milk e outras.
Preço médio: R$25,00 a de base rígida e R$45,00 a com base de silicone
Conclusão: Recomendo muito o uso das conchas de preparação dos mamilos porque me ajudaram muito, durante a gestação e depois do nascimento da Mel. Porém, antes de começar a usá-las, recomendo que você converse com seu obstetra sobre isso, ok?
A adaptação da criança na escola é um momento delicado na vida da criança e também na vida dos pais. O trabalho conjunto entre escola e família, pode transformar este momento difícil em oportunidade de compartilhar o afeto e cuidados com a criança que até então eram exclusivos da família.
É um momento de separação. Um momento que pede paciência e compreensão num processo gradativo, até que se estabeleça a confiança dos familiares e a segurança da criança.
A mãe merece uma atenção especial. A estreita relação com o filho, o convívio intenso e permanente gera laços fortes e até mesmo de dependência mútua. O momento de romper esse convívio e soltar esses laços dói muito. No entanto a criança necessita dessa experiência para conquistar sua autonomia.
Para que este processo se torne menos doloroso, são necessários procedimentos que respeitem tanto a criança quanto a mãe. Incertezas e dúvidas com relação a decisão de colocar a criança na escola devem ser sanadas.
Para que a adaptação seja feita com sucesso e no menor tempo possível faz-se necessário respeitar alguns princípios como:
Agendar dia e hora para iniciar o processo de adaptação, que deve ser exclusivo, ou seja, não adaptar mais que uma criança ao mesmo tempo em cada sala.
No primeiro dia a mãe ou o pai, deverá ficar junto com a criança dentro da sala por uma hora aproximadamente, para que ela se sinta confiante ao conhecer o novo ambiente e as pessoas, tendo por perto uma referência familiar e desta forma possa estabelecer vínculos com segurança.
A partir do segundo dia, o pai ou a mãe deverá permanecer na escola, porém não mais dentro da sala e sim na recepção. A criança será levada até eles se chorar, ou manifestar outra necessidade percebida pela professora. Este é um momento oportuno para gerar laços de confiança com a professora. O tempo de permanência da criança na escola irá aumentando gradativamente após o terceiro dia. O tempo de permanência dos pais na escola pode durar aproximadamente uma semana.
Os pais podem se ausentar da escola quando se sentirem seguros e constatar que sua criança manifestar sinais que está se sentindo segura também, como comer e dormir.
Agora sim, os pais poderão deixar sua criança com a professora, entregando-a no portão. É importante a manifestação de gestos que simbolizem confiança como: colocar a criança no chão para que a professora a acolha ou ter atitude de entrega segurando a criança voltada em direção a professora.
Se for bebê, entregá-lo nos braços da professora com firmeza e tranquilidade com a mesma atitude de entrega.
Desta forma os pais poderão se retirar sem sentimento de culpa e de pena, principalmente se nesse momento a criança chorar. Nesse momento, o choro é de reinvidicação e não de medo ou insegurança. Ao perceber uma atitude decidida do pai ou da mãe, a criança aceitará a nova situação e cessará o choro em seguida.
A confiança dos pais é fundamental para que a criança se sinta confiante também.
É preciso dar a ela oportunidade de experimentar que é capaz de ficar longe dos pais e mesmo assim se sentir segura. Se ela nunca experimentar isso, não saberá do potencial que tem e do que é capaz.
Dar condição para que a criança exerça sua autonomia é realmente um ato de amor, além de uma ação educativa correta e necessária.
Compete aos pais e professores educar, e educar é eduzir, ou seja, fazer florescer da criança suas virtudes e potenciais. Esse é um trabalho conjunto, da família e da escola para conduzir a criança em direção do melhor.