
Depois de usar e aprovar o shampoo 2 em 1 e o condicionador da Vyvedas, testamos o creme preventivo para assaduras da mesma linha.
Normalmente quando a denominação do produto é “creme para assaduras” imaginamos que seja algo menos espesso que uma pomada, com uma textura mais leve, digamos assim.
Achei que a consistência desse fica entre pomada e creme, nem muito fina nem muito grossa. É muito fácil de espalhar e retirar e deixa uma fina camada na pele, não some por completo.

Como o restante da linha, possui muitos ativos naturais em sua composição, como Oliva, Calêndula, Camomila e Manteiga de Cupuaçu. Não contém óleo mineral, petrolato, ingredientes de origem animal nem corantes e é hipoalergênico. Todos esses componentes, junto com a vitamina E, hidratam e ajudam a proteger a pele do bebê.
Diferente das demais pomadas e cremes para assaduras, esse possui fragrância e é muito boa, o mesmo cheirinho do shampoo e condicionador. É um cheirinho docinho, por isso até me causou certo estranhamento quando usava o produto. Parecia que eu estava passando creme hidratante no bumbum da Mel, de tão cheiroso.
Durante o tempo que usamos, ela não apresentou irritação, assadura, nem nenhuma reação alérgica ao creme. Achei que protegeu muito bem com apenas uma ressalva: num dos dias em que passei um pouco mais de pomada na parte de cima, a Mel reclamou, disse que “ardeu”. Não sei se foi uma coisa de momento ou se a fragrância mais acentuada foi a causa disso, mas não passei mais o creme nessa região depois da reclamação dela, apenas no bumbum mesmo.
A embalagem é aquela que adoramos: plástica com tampinha flip flop. Vem com 80g e tem um rendimento excelente.

Em termos de comparação, eu diria que se você gosta de cremes para assaduras ao invés de pomadas, como o Granado, Turma da Mônica, Minancora, vai gostar desse. Só procure sentir o cheirinho antes para ver se te agrada.
Como todo produto taxado de “mais natural”, ele é um pouco mais caro em relação ao restante das pomadas para assaduras.
Preço médio: R$17,00
Conclusão: Eu gostei bastante da textura e protegeu bem das assaduras. Mas achei a fragrância um pouco forte para um produto que deve ser aplicado nas partes íntimas da criança. Eu sou super sensível a produtos com fragrância, e imagino que uma criança que possui a pele super fina e delicada também seja. Por isso não devo comprá-lo novamente.

Existem diversas razões para se iniciar um desfralde. Confesso que eu nunca tive pressa em começar e no meu caso (e no da maioria das mães e pais provavelmente) o ponta pé inicial foi perceber que minha filha já estava “pronta” e que essa seria uma mudança bacana pra ela e pra gente.
Reconhecendo o momento certo
Momento certo mesmo não existe, né? O que existe é o momento certo de vocês. Eu, contrariando livros e comentários alheios de que ela já teria que estar desfraldada com dois anos, resolvi esperar. Esperar até que ela demonstrasse ter a consciência do momento em que faz xixi e cocô. E isso aconteceu em janeiro, quando ela completou 2 anos e 5 meses.
Percebi que assim que fazia o xixi – ou até enquanto estava fazendo – ela já me avisava com um “vixe, moiô tudo mamãe!” ou “tá cheia de xixi mamãe!” e já arrancava a fralda. No caso do cocô, percebi que ela procurava um cantinho, ia em algum lugar fora da nossa visão ou colocava as mãos no rosto, como se estivesse querendo privacidade dos olhares alheios naquele momento. Fora a carinha de quem está fazendo força.
Preparação
Consciência adquirida, esfíncteres aparentemente prontos, era hora de começar a preparação para que ela saísse das fraldas.
Comprei aqueles livrinhos, Hora do Penico e O que tem dentro da sua fralda e comecei a apresentar todo o processo para ela. A cada ia minha ao banheiro, aproveitava para levá-la junto e explicar o que estava acontecendo.
Comprei mais calcinhas, conversei, expliquei como as coisas iam funcionar dali em diante usando o exemplo dos livrinhos. Além disso, comprei dois peniquinhos, pois o assento redutor a gente já tinha. Queria dar as duas opções e ver com qual ela se adaptaria melhor. Por enquanto, ela prefere o penico.
A primeira semana
Quando a criança já frequenta a escolinha, por exemplo, o desfralde ocorre junto, em comum acordo e conduzido da mesma forma em casa e na escola, a fim de não confundir a criança.
Então depois de conversar bastante com a dona Lourdes (leia as primeiras palavras sobre o desfralde) e, como a Mel passou para o Maternal II, resolvemos iniciar o desfralde depois da adaptação dela na nova sala, nova turma, etc. Foi super tranquilo, até porque a professora principal continuou sendo a mesma (a amada Maria da Mel <3).
Comecei então no domingo passado e foi um xixi atrás do outro galera. Marido olhava aquela xixizada toda e falava “amor, bota a fralde de novo, ela não tá pronta não!!!”. Pausa.
Desfralde é um processo cheio de fases e requer muita, muita paciência. Como é que uma criança que fez suas necessidades na fralda por mais de dois anos – não tendo que se preocupar com nada até aquele momento – iria aprender magicamente num dia a viver sem elas?! Então, muita calma nessa hora.
Na maioria das vezes que ela fez xixi na calça (no chão) eu me mantive calma, só dizia “faz no peniquinho filha! na próxima você consegue! a mamãe te ajuda!”. E notei que nas poucas vezes que perdi um pouco a paciência e fui mais ríspida, digamos assim, ela ficou mais resistente a ir no peniquinho depois. Quanto mais carinhosa eu era com ela, melhor ela se comportava. Até mesmo depois de fazer xixi no chão. Queria ajudar a limpar e ela própria dizia “no chão não pode Mel, tem que fazer no peniquinho”. Então, é super importante eles não se sentirem pressionados a fazer certo. Tem que ser uma coisa natural e uma coisa legal pra eles.
E assim fomos o domingo todo, com muitos xixis no chão, até depois do banho e pouco antes de dormir, quando coloquei a fralda noturna nela. Decidi assim, desfralde diurno primeiro, noturno depois.
Na segunda-feira, assim que ela acordou, retirei a fralda e falei para irmos no peniquinho fazer xixi. Tive que insistir um pouco para que ela fosse. Sentou, ficou segundos e disse que não queria fazer. Um minuto depois, a cozinha estava lavada de xixi. Ok, chão limpo, continuemos a saga.
Esse seria o primeiro dia dela na escola sem fralda e eu fiquei bem apreensiva pensando em como ela iria se comportar lá. No primeiro dia de desfralde em casa, na maioria das vezes ela se recusava a ir no penico, dizia sempre que não e às vezes até chorava. Era complicado convencê-la a ir sem forçar um pouco a barra. Mas não se deve forçar.
Resultado do primeiro dia: cinco saquinhos de roupas molhadas de xixi, ou seja, cinco escapes e apenas um xixi no vaso (na escolinha tem aqueles vasos iguais aos que usamos, mas pequenininhos, em que eles conseguem encostar os pés no chão quando estão sentados).
No segundo dia, 2 escapes na escola e dois em casa. Nos dias 3, 4 e 5, apenas um escape na escolinha e depois em casa.
E na sexta-feira, em casa, eu tive meu momento de glória ao vê-la sentir a vontade de fazer xixi, ir até o penico, abaixar a roupinha, sentar com direito a mãozinhas juntinhas em cima dos joelhos e fazer um xixizão lindo de viver, ops, de ouvir. Comemoramos feito loucas, pulando, festejando e até chorei, confesso. Ela me ajudou a jogar o xixi no vaso e demos tchau para o bonitão. Meia hora depois, essa cena se repetiu.
E eu pensei: “nossa, que maravilha! uma semana de desfralde e estamos tendo um bom progresso!”
Retrocessos
Mas né… um processo com diversas fases, lembra?
No sábado ela teve umas crises de rebeldia, de identidade, não sei. E ficou febril também, provavelmente por um resfriado. E aí minha gente, foram SETE xixis na calça e um número dois. Apenas um xixi no penico. Placar matador do adversário. Perdi de goleada. E domingo foi igual. Parecia que eu estava num filme onde meu papel era o da limpadora de xixi.
Eis que ontem a pequena permaneceu com a febre indo e voltando, e fomos ao PS (delícia ir no pronto atendimento de noite…). O pediatra dela já cantou a bola quando liguei pra ele e estava certo: dor de garganta.
O cocô
Por aqui, essa tem sido a parte mais difícil. Ela pede a fralda quando quer fazer cocô e normalmente é lá pelas 19h, depois do jantar. Se eu enrolo, digo que acabou e que agora ela fará no peniquinho (ou redutor) ela choraminga um pouco e até senta lá, mas não faz. Aí algumas horinhas depois, quando coloco a fralda noturna para ela dormir, ela faz. Até agora não conseguimos nenhum cocô no penico, mas é só questão de tempo. O reflexo de se agachar para fazer cocô ela já desenvolveu (digo isso porque esses dias rolou um número dois enquanto tomávamos banho juntas… ela até pediu o penico, mas não deu tempo…)
Resumindo, minhas dicas iniciais para o desfralde são:
1. Decida começar por você e pelo seu filho, não por pressão alheia, não por aquilo que os livros ditam como a idade “certa”. É muito importante que ele/ela já consiga perceber a vontade e o ato de fazer xixi ou cocô e que seus esfíncteres já estejam prontos. Esse é o primeiro indicativo de que ele/ela pode estar pronto para começar.
2. Veja o que ele/ela prefere: penico ou redutor. É bacana ter as duas opções em casa.
3. Convide seu filho constantemente para ir no banheiro, nessa fase você funciona como um despertador mesmo. Mas nunca force a barra para que ele/ela use o penico ou redutor.
4. Incentive bastante, dê exemplos usando livrinhos, dê o seu próprio exemplo. Tudo de maneira muito lúdica, já que nessa fase a criança aprende brincando. Monte seu arsenal: penico, redutor, calcinhas, cuequinhas, livros e tudo mais que possa ajudar.
5. Xixis e cocôs no penico ou no vaso devem ser muito comemorados para que a criança se sinta orgulhosa de sua façanha. Eu fiz tanta festa que parecia final da Copa.
6. Não brigue, não repreenda, não chame a atenção da criança. É cansativo e frustrante limpar xixi o dia todo, eu sei. Mas lembre-se de que ele/ela não fez por mal. Ainda está aprendendo. Brigar pode gerar um trauma desnecessário, que pode vir a atrapalhar todo o desfralde.
7. Se certifique de forrar o sofá e de que o berço ou a caminha do seu filho está com protetor de colchão. Quando forem sair, forre a cadeirinha do carro também.
8. Nas saídas leve muita roupa extra, desde calcinhas ou cuequinhas até meias, calçados, partes de cima e de baixo. Uma toalhinha pequena também pode ser útil no caso de você precisar secar as perninhas da criança (lenço umedecido também vale).
9. Tenha muita, muita paciência mesmo. Nesse momento seu filho precisa de apoio, carinho e compreensão. Entenda que é um processo com diversas fases e que é completamente normal os escapes.
10. Mantenha-se calma, tente não ficar muito ansiosa(o). Essa mudança é um marco na infância da criança e merece toda a atenção e respeito principalmente. Logo vocês passarão juntos por essa fase e sentirão orgulho por mais uma conquista rumo a autonomia do seu filho.
Essa será a segunda semana de desfralde da Mel e logo logo volto pra contar o nosso progresso!

Quando vi a festa linda que a Jorgea (que já colaborou com resenhas aqui no blog) fez para comemorar o primeiro aninho do Gabriel pensei: preciso mostrá-la no blog! Adorei cada detalhe, o capricho, cada coisinha que a mamãe Jorgea preparou com tanto carinho. Curtam as fotos, inspirem-se porque tem muita dica bacana para adaptar e fazer na festinha dos pequenos de vocês! E obrigada a Jorgea por compartilhar conosco! <3
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Desde a minha gravidez eu pensava como seria a festa de 1 aninho do Gabriel, tinha muitas ideias, muitos temas legais, muitas inspirações e fui guardando durante a gravidez e os primeiros meses várias idéias que encontrava na web. Dentre todos os temas, dois sempre foram os meus preferidos: o filme “Up- Altas Aventuras” e arco-íris. Quando o Gabriel estava com 5 meses eu precisava decidir o que faria para comemorar e decidi unir essas idéias e fazer uma festa bem colorida com o tema balões.
Outra decisão que tomei era que não queria uma festa padronizada no estilo proposto pelas casas de festas, então com a ajuda da minha mãe, faria tudo que pudesse sozinha.
Acho lindo o estilo das festas americanas, com aquela cara de artesanal, e essa foi a minha proposta.
Após fazer a lista de convidados, desenhei o esboço de como ficariam os ambientes da festa, o que teria em cada um e fiz uma mega planilha com tudo que precisaria. A partir disso, determinei o que nós faríamos e o que eu encomendaria de fornecedores. Fizemos tudo durante as semanas que antecediam a festa: decoração, lembrancinhas, enfeites e doces.
Para ficar mais fácil colocarei as fotos explicando o que foi feito e o que foi encomendado.
Sobre os fornecedores: tive muita sorte com eles porque todos eu já conhecia da festa do Batizado do Gabriel que ficou linda, assim foi bem mais fácil me concentrar no que precisaria fazer e não perdi tempo procurando novos serviços.
A Decoração:
A decoração priorizei duas coisas: os balões coloridos e a papelaria personalizada.
Para os balões eu aluguei um cilindro para 200 balões, a empresa chegou atrasada para me entregar, então eles encheram para mim uns 100 balões, além de ensinar como encher+amarrar+cortar.
Para a papelaria eu contratei as gurias da Papelier, que já haviam feito a papelaria tanto do Chá de Fraldas quanto do Batizado do Gabi, como confio 100% no trabalho, relaxei e deixei por conta delas a criação, só precisei orientar como estava imaginando. Ao contrário das duas outras festas que comprei a papelaria pronta (recebi tudo cortadinho, pronto para o uso), dessa vez tive que imprimir e cortar sozinha porque não contratei com tanta antecedência e 6 meses antes da data as gurias já não tinham mais agenda, mas elas me fizeram um super trabalho e apesar de ter penado para acertar na impressão, achar os furadores e o papel certo, eu não achei tão complicado como eu imaginava antes.
Abaixo tem uma parte da papelaria.

O Local:
Assim como o Chá de Fraldas e o Batizado do Gabriel, usei o salão de festas do condomínio do meu irmão, assim economizei bastante nisso, além de saber como iria dispor cada coisa. O lado ruim foi que não pude montar os brinquedos que aluguei (pula-pula e piscina de bolinhas) na rua e perdi um bom pedaço do salão.
A decoração seria apenas com balões com gás hélio, então investi em muitos balões nas cores da festa (azul, vermelho, amarelo e verde), foram mais ou menos 200 balões com gás e mais uns 50 normais que usei para fazer uma parede de balões coloridos que colei nas portas de correr da entrada do salão com fita dupla face. Essa foi uma ótima idéia porque deu um visual bem legal na entrada da festa.

Deixei alguns grupos de balões soltos pelo salão para as crianças pegarem.

A parede de balões ali no canto esquerdo.

A parede de balões atrás dos brinquedos das crianças.
As mesas dos Convidados:
Nas mesas usei uma toalha branca para dar o contraste com o colorido dos pratinhos, copos, talhes e chapéu de aniversário.

Fiz um centro de mesa com cachepot colorido e uma tag da festa e dentro coloquei balas, chocolates, pirulitos e pirulitos de marshmallow personalizados e amarrei um balão.

Em cada mesa coloquei doces modelados que encomendei em forma de balão (de comer rezando) e espalhei confetes em forma de balão que eu cortei com um furador.

Sobre cada pratinho coloquei um chapéuzinho que personalizai com um adesivo e um pompom que fiz com balões zerinho.

Mesa Principal:
Na mesa principal a idéia era o bolo ser o centro das atenções e colocar um pouco de tudo que tinha de comer.
Não fiz painel porque achei que ficaria muito carregado e também porque queria dar um enfoque nos balões em cada lado com duas bandeirolas entre eles.

Encomendei mini cupcakes de chocolate recheado com doce de leite trabalhado com balões em pasta americana.
Customizei alguns toppers e outros apenas montei com a papelaria.

Espalhei potes com mm’s e marshmallows em vidros.
Os salgadinhos foram dispostos dessa forma porque o fornecedor com quem eu aluguei algumas coisas esqueceu de me entregar as bandejas que escolhi.

Coloquei numa base de isopor forrados com papel colorido os cakepops que encomendei em forma de balão e os pirulitos. Para finalizar coloquei as tags.

Os doces foram colocados misturados numa doceira e coloquei um topper em cada.

Bolo bem centrado (o fornecedor esqueceu o pedestal do bolo, quase morri).

Fiz branquinho de colher, branquinho de caipirinha e brigadeiro de whisky e encomendei colherinhas personalizadas em forma de balão.

O topo do bolo foi feito pela mesma pessoa que fez as colherinhas. Encomendei a vela + o “Gabriel e os balões” + o nome dele.


O bolo era de verdade mas esqueci de cortar :(

Mesa de lembrancinhas:
Para a mesa de lembrancinhas fiz um bouquet de balões e dispus todas as lembrancinhas na mesa.
Tinham algumas opções para os adultos (tubete de mm’s coloridos, bolachinhas, brigadeiro de bisnaga, doce de leite no potinho, doce modelado de balão) e 3 kits para as crianças (1 sacolinha com brinquedos, 1 caixinha com doces variados e 1 kit de colorir).

As sacolinhas das guloseimas eu personalizei com os confetes de balões e um adesivo.

Os kits de desenho tinham giz de cera personalizado e um livrinho personalizado com a história do filme UP.

Bolachas personalizadas em forma de balão.

Tubetes de mm’s coloridos

Bisnagas de brigadeiro.

Potinhos de doce de leite.
Outras coisinhas:
Coloquei uma suqueira com suco de uva natural para as crianças e usei garrafinhas plásticas personalizadas.


Fiz pipoca colorida nas 4 cores, canudos de casquinha de sorvete com frutas cortadas na hora para os pequenos.
Espaço kids:
Aluguei cama elástica, piscina de bolinhas e tatuagem para as crianças, além de ter colocado vários brinquedos do Gabi espalhados num tapete para os menorzinhos.
Fiz um canto ao lado dos banheiros de área para troca com trocador e todas as coisas que precisamos nessa hora.
Resultado da festa:
Eu amei, ficou bem como eu queria e mesmo com alguns problemas eu saí bem feliz, o Gabriel aproveitou muito a festa, não dormiu nenhum pouco durante a festa, caminhou muito, foi de colo em colo, brincou com os brinquedos.
Fiz muita coisa errada, esqueci de vários detalhes, mas acho que tudo isso é normal para festas feitas em casa.
Espero que tenham gostado e no meu blog pessoal tem muitas outras fotos.


Gabi e sua camiseta personalizada que a Vovó fez para ele.
Fornecedores:
Bolo, cupcakes, cakepops: super indico a Chocolart
Doces decorados em forma de balão: escolha certeira de sempre com a Renata e a Sandra
Doces diversos: vovó Tânia
Cachorro-quente matador: vovó Tânia
Salgados: me quebraram um galhão porque pedi mais 2 centos as 16h e as 17h lá estavam. Essência do Sabor
Topo de bolo e colheres personalizadas: perfeição da Sabrina
Aluguel da suqueira e outras coisas: na Drummond Eventos e Locações: não indico mais porque esqueceram o aparador do bolo e nem tchum para minha reclamação.
Biscoitos personalizados: sempre na ótima Biscoitinhos
Garrafas e potes plástico: na A Gália
Gás hélio: não lembro!! mas o cara foi muito legal e encheu uns 100 balões para mim, além de me ensinar como fazer.
Papelaria personalizada: indicação certa com as gurias da Papelier
Canudos de papel: com a querida da Vanessa da Lollipaper
Brinquedos para alugar: da Serelepe Festas
Fotógrafo: o querido do Giles Camargo
Decoração e montagem: A Mamãe e a dinda Patricia
Todo o resto: A Mamãe.

imagem: Getty Images
A alfarrobeira é uma árvore nativa da costa do Mediterrâneo, é uma vagem semelhante ao feijão, de sabor adocicado. É um alimento saudável e de elevado valor nutritivo, sem lactose, sem glúten e sem cafeína. Contém: vitamina B1 que colabora para o bom funcionamento do sistema nervoso, músculos, coração e melhora o raciocínio; niacina que mantém a pele saudável; vitamina A que é essencial para o crescimento dos ossos e dentes e saúde da visão; possui ainda alto teor de vitamina B2, responsável por extrair energia de gorduras, proteínas e carboidratos no nosso corpo; cálcio, magnésio e ferro, e ainda um correto balanceamento de potássio e sódio.
A alfarroba não possui qualquer agente alergênico ou estimulante tais como a cafeína presente no cacau. Embora apresente um alto teor de açúcares naturais possui um baixo conteúdo calórico devido à quantidade quase imperceptível de gorduras e alta quantidade de fibras naturais e possui potencial antioxidante muito elevado.
Um estudo da Universidade do Vale do Itajaí, em Santa Catarina, mostrou que quem consome a alfarroba tem o apetite mais controlado e as menores taxas de triglicérides em comparação aos que consomem chocolate ao leite e chocolate com 50% de cacau. (link)
Por ser um alimento muito saboroso e de valor nutritivo bem interessante acaba sendo uma excelente opção para oferecer aos nossos filhos principalmente na páscoa já que temos no mercado ovos, bombons e barras de alfarroba.
O que é importante saber é que no mundo da nutrição sempre haverá prós e contras em tudo que pesquisarmos. A dica que deixo é conhecer seu corpo e avaliar a reação dele com todos os alimentos e entender que tudo que se consome em exagero fará mal, comer um pouco de tudo é um caminho que pode dar certo.
Ensine seu filho ter escolhas inteligentes garantindo assim uma vida saudável!
